sábado, 30 de agosto de 2008

Alessandra Leão




Alessandra Leão
é percussionista, compositora e cantora. Iniciou sua carreira musical em brincadeiras de rua, frevo de bloco, boi de carnaval, cavalo-marinho, afoxé...
Logo em seguida, participou da fundação do grupo Comadre Fulozinha, sendo esse seu
primeiro trabalho profissional. Nesses 10 anos atuando mercado musical, teve o privilégio
de trabalhar ao lado de músicos como Antônio Carlos Nóbrega, Siba, Silvério Pessoa, Zé
Neguinho do Coco, entre outros...
Desde 2004, idealizou e coordena o projeto coletivo Folia de Santo, que se propõe a
compor músicas baseadas nas tradições ligadas ao “catolicismo popular”. O CD homônimo
está em fase de finalização.
Em 2006, Alessandra deu início ao seu trabalho autoral, com o elogiado Brinquedo de
Tambor. Produzido e arranjado em parceria com o violeiro, compositor e arranjador
Caçapa.
O repertório para o segundo CD solo já começou a ser composto e será produzido em 2008
através do Programa Petrobrás Cultural/2007.
Em 2007, foi uma das selecionadas no Programa Rumos Itaú Cultural, na cartilha
Mapeamento.



Alessandra Leão

www.alessandraleao.com.br
www.myspace.com/alessandraleao
www.youtube.com/alessandraleao
e-mail: dois.cordoes@gmail.com
msn: dois_cordoes@hotmail.com
skype: dois-cordoes
55 81 32422124 / 91952181

VITRO RECIFE PRODUÇÕES
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vitroproducoes@gmail.com

domingo, 24 de agosto de 2008

Zeca Viana & Onomatopéia Bum!

Maíra Egito, Zeca Viana e Sofia Egito


Zeca Viana & Onomatopéia Bum!

“Diversão, Os Mutantes e Leite Light!”

Zeca é influenciado pela cultura pop e psicodelia em toda arte que produz, não poderia ser diferente nesse novo projeto. Suas canções intimistas revelam novos pontos de vista que evidenciam o (extra)ordinário, tornando inevitável uma identificação do ouvinte. As letras – ora em português, ora em inglês – são elementares à primeira vista, mas logo abrem portas para vôos mais altos.

Com uma lista comprida de composições, Zeca resolveu gravar algumas canções em casa – quando a tecnologia permitiu – antes que se esvaíssem da memória. Tarefa fácil, já que desde muito cedo se familiarizou com violão, bateria, guitarra, baixo e teclado. Assim, foi concebido seu primeiro disco solo, o sincero “Seres Invisíveis”.

Foi só começar a mostrar por aí as canções gravadas que Zeca foi chamado para apresentá-las ao vivo. As irmãs Sofia e Maíra Egito (Onomatopéia Bum!) logo se uniram ao projeto, trazendo mais graça à apresentação. Por fim, o músico D Mingus (do Monodecks) foi convidado para enriquecer os arranjos do show.

A próxima apresentação já está marcada: será no Festival No Ar: Coquetel Molotov 2008, onde serão lançados simultaneamente o disco “Seres Invisíveis” pela Bazuka Discos e o EP “Zeca Viana & Onomatopéia Bum!”. Uma prévia dessa apresentação pode ser encontrada no You Tube, o bem-humorado vídeo da música “Late, Leite Light!” já é tido como “hit do verão”.

Zeca Viana & Onomatopéia Bum! – “Late, Leite Light!”

My Space Zeca Viana

MySpace Zeca Viana e Onomatopéia Bum!

Revista O Grito: Coletânea Ano Um!O tracklist contém 16 músicas, duas inéditas. Integram a seleção, entre outros, o Surfadélica, o projeto solo de Zeca Viana (da Volver), o AMP, que fez sua estréia no Abril Pro Rock, o pequeno fenômeno folk paulista, Stephanie Toth e os cearenses do Fossil. Todos são apontados como novas promessas da cena musical independente brasileira.

Download

quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Rivotrill




Em dois anos e meio, o grupo, formado por Eluizo Júnior (flauta, saxofone e teclados), Rafael Duarte (contrabaixo) e Lucas dos Prazeres (percussão), vem mostrando criatividade e inovação em suas composições. Além disso, apesar do pouco tempo de formação, o trio vem solidificando seu nome como um dos mais inteligentes e talentosos projetos em música instrumental do nosso país, o que contribui para que essa trajetória seja longa e intensamente produtiva.

A partir das influências desses três jovens músicos, enovelam-se de forma coesa, instigante e sensível vários elementos musicais, que vão desde a mais alta liberdade jazzística, trafegando pelo rock progressivo dos anos 70, por ritmos latinos e afro-brasileiros, até a presença de nuances da nossa música tradicional nordestina. Tudo isso composto a partir do “triálogo” entre a esperteza e sagacidade da flauta de Eluizo, a intensa ebulição percussiva de Lucas e a precisão e balanço do contrabaixo de Rafael.

Vigor e suavidade são traços que se complementam e se harmonizam em performances de tirar o fôlego de qualquer platéia. Nessa música, tem-se uma sensação de liberdade grandiosa e de um virtuosismo deliciosamente degustado e sempre presente em cada som criado por esses três músicos.

Com algumas excelentes participações em importantes eventos musicais como o RecBeat (que faz parte da programação “alternativa” do carnaval recifense), o XVII Festival de Inverno de Garanhuns, o Festival de Música Instrumental de Guarulhos e a Feira da Música de Fortaleza, o Rivotrill foi conquistando respeito da crítica especializada e consolidando cada vez mais o seu trabalho como uma grande e feliz novidade no cenário da música instrumental contemporânea.

Em março de 2007, a equipe formada pelos três músicos e mais toda a produção técnica e artística se aloja numa casa, que foi escolhida para ser o estúdio de gravação do disco. A idéia era fazer tudo à sua maneira, com liberdade de criação suficiente e que pudesse dar vazão ao turbilhão de idéias e mirabolâncias que essa turma se propunha a partir de então.

Além disso, o disco conta com a participação de vários convidados, que dão um requinte todo especial ao trabalho. Naná Vasconcelos, Maestro Spok, Renata Rosa e Fabinho Costa, além do próprio Yuri Queiroga, compõem o time que participa de Curva de Vento.

Neste seu álbum de estréia, o grupo traz um trabalho inovador no que diz respeito à concepção de música instrumental, de grande inspiração, criatividade e qualidade. O resultado só vem confirmar o potencial do Rivotrill e de seu som como algo denso e carregado de originalidade, capaz de despertar um olhar diferenciado sobre a música.


Breno Martins Rêgo

(81) 8828.8827 | bandarivotrill@yahoo.com.br
www.rivotrill.com.br
www.myspace.com.br/bandarivotrill

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Terra Papagali Coffee Shop



"Terra Papagali Coffee Shop" de Piero Bianchi e Ricardo Chacon

"Sem dúvida os papagaios, araras, periquitos e afins (família
Psitacidae), são as aves que no "Novo Mundo" mais chamaram a atenção
dos colonizadores. Conta a lenda que Colombo na noite de seis de
Outubro de 1492, teria desviado sua rota para o sudoeste seguindo o
relato de que fora avistado um bando de papagaios. O próprio Brasil,
nos mapas mais antigos, era amiúde chamado sob o nome de "Terra
Papagali".
(Fauna e Flora Brasileira do século XVIII, pág. 69, Odebrecht).

Assim como a sonoridade de nossas aves mais características, "Terra
Papagali Coffee Shop" vem propagar seu essencial de nossa pluralidade
cultural e origens, convertidas em música brasileira da melhor
qualidade. Não à toa o título nos remete a um elemento primordial:
aqui pulsa o orgânico em sua leva mais pura e genuína.
Composto, idealizado e produzido por Piero Bianchi e Ricardo Chacon,
este fruto maior do amadurecimento de sua parceria de quase uma
década, recria com a mesma liberdade de nossa era pré-descobrimento, o
identitário de uma nova geração de talento, mas cujas influências
perpassam pelo estudo e audição de grandes mestres. A afinidade e a sintonia
artística destes jovens compositores atinge neste trabalho um raro apuro instrumental e
lúdico: o que se sente é o gosto de sua vívida busca por um "mundo
novo".
Gravadas no Brasil, França e Holanda de forma independente, as dez
faixas atribuem ao disco um maior requinte pela ousada empreitada de
seus idealizadores, mas sem maiores afetações. A cada canção, os
rapazes e seus convidados passeiam com leveza pela atemporalidade do
tema do amor à musa, sendo esta a mulher amada, a arte, a natureza ou
sua fantástica fusão. Numa constante, a interpretação de Ricardo
inscreve-se com singularidade; Em sua boca, ilusões ganham outra
dimensão. É quando entra a brilhante co-construção de Piero: captar e
devolver aos arranjos naturalmente ambas personalidades
melódico-conceituais.
Sejam estes em terra de sonhos, sons, homens ou papagaios, não
importa. Para quem bem sabe sentir boa música, basta fincar "os pés"
aqui e talvez um gole de café venha despertar das insígnias de
descoberta, um outro som, uma nova rota, um sempre intransferível e
admirável mundo novo.
Atreva-se.

Natalia Parreiras (Escritora)

Contato: 81 87199186
terrapapagali@gmail.com

Myspace
Fotolog

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

A Banda de Joseph Tourton




A BANDA DE JOSEPH TOURTON

"Da união de alguns dos ex-integrantes da extinta Psicopatas com algumas caras novas da cena musical pernambucana, surgiu, em Agosto de 2007, A Banda de Joseph Tourton. Fazendo da música instrumental objeto de trabalho, a banda do homem que ia pedir pizza mas não sabia o próprio endereço abusa do improviso em suas composições, utilizando os mais variados elementos, combinando guitarras pesadas e delays mirabolantes a sons eletrônicos e elementos suaves como a flauta e a escaleta, sintetizando uma verdadeira turbulência de sensações sonoras. Toda essa peculiaridade está presente no EP, homônimo da banda, lançado em maio de 2008, onde os garotos demonstram entrosamento e um vigor musical diferenciado, quebrando todos os paradigmas possíveis e tornando o céu cada vez mais distante do limite." - Caio Lemoine.



Contatos da Joseph Tourton:
MySpace: www.MySpace.com/JosephTourton
Email: tourton@gmail.com
O link para o download da demo é:
http://w15.easy-share.com/1700393885.html

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Nuda








Nuda

Pra que arrebanhar o vasto? Pra que trancafiar-se em classificações? O traço mais singular da Nuda é sua pluralidade. É o desapego às definições já explícito em seu nome: uma banda nua, que prefere não se "vestir" de formatos, prefere não se prender aos moldes e limitações. Pura. Genuína como toda expressão artística deve ser.

Formada no início de 2006, a banda já mostrava seu trabalho meticuloso nas letras, em seus jogos e facetas, em harmonias ousadas e na constante preocupação em driblar o óbvio nas duas primeiras músicas gravadas – Maruimstad e Samba de Paleta.

Depois de tocar nos principais bares da cena alternativa do Recife em 2007, a banda lançou virtualmente em janeiro de 2008 o seu segundo EP, intitulado Menos cor, mais quem, com 5 novas músicas, gravado e mixado no Fábrica Estúdio (PE) e masterizado no Classic Master (SP).

Com apenas duas semanas de lançado, este EP colocou a Nuda em total evidência no Myspace – estando no Top 10 de artistas na categoria Bossa-Nova – e no TramaVirtual – destaque na página principal em quinto lugar nacional e primeiro lugar estadual -, rendeu shows no Festival Novas e DoSol WarmUpm ambos do DoSolRockBar (RN) e Festival Grito Rock Fortaleza - Rock até os Ossos, além de garantir a participação no tributo virtual aos 40 anos do White Album dos Beatles, organizado por Marcelo Fróes.

Para divulgar a versão física deste novo trabalho – lançado em SMD -, além de reformular seu myspace (www.myspace.com/sitionuda) e disponibilizar todas as músicas para download gratuito (www.tramavirtual.com), em junho a Nuda saiu em turnê pelo Sul-Sudeste, passando por Belo Horizonte (A Matriz), Uberlândia (Espaço Goma), Goiânia (Cine Goiânia Ouro), Cuiabá (Casa Fora do eixo – Festival Volume) e Rio de Janeiro (shows e entrevistas na Rádio Nacional e no programa Atitude.com da TV Cultura).




Contatos da Nuda:
MySpace Nuda
Email: sitionuda@gmail.com

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Boas Vindas!


Olá, nós somos o Recife Independente, uma iniciativa do Festival No Ar: Coquetel Molotov, e estamos aqui para divulgar ou, até mesmo, apresentar novas bandas novas (e bandas nem tão novas) a quem estiver disposto a ouvir música boa e Pernambucana.

O Festival esse ano veio para mostrar que coisas boas estão por aí, basta olhar com atenção para a cena local e dar vez aos mais novos também, por que não? É o Caso da Banda de Joseph Tourton, que apesar da 'cara nova' tem talento e qualidade de sobra. Júlia Says, a dupla de peso, traz um som eletrônico-novo-psicodélico-com cara de Recife e faz uma mistura particular que já está conquistando o país. Depois da turnê no sudeste, os meninos voltaram e já preparam o primeiro disco da banda, ainda sem previsão de lançamento. Zeca Viana & Onomatopéia Bum! mostra mais uma das inúmeras facetas do músico Zeca Viana, que acompanhado de um músico e duas backing vocals fazem qualquer um balançar o pezinho e cantarolar um 'lalala'. Ainda poderão ser vistos por lá a Pocilga Deluxe e Catarina completando o hall de músicos pernambucanos na 5ª edição do Festival.

As bandas que tiverem interesse em ter o material (CD, camisa, boton, adesivo, DVD) à venda no Festival, é só entrar em contato conosco através do email: recifeindependente@gmail.com e mandar ver! Esperamos que esse espaço funcione como um meio de divulgação e promoção da cena independente Pernambucana.

Aqui a programação do Festival No Ar: Coquetel Molotov desse ano. Let's Rock!


Equipe do Stand Recife Independente.